quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509 na Revista "Estação Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal"

Revista: Estação  Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal
Director – Santos Garcia
Ano III – Nos 25, 26 e 27, Janeiro, Fevereiro e Março de 1930
Serviço de Publicidade Agrícola do Ministério da Agricultura, Lisboa, 1930

Sumário
Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548

Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
O autor defende que a cinematografia é considerada então “uma das grandes alavancas na propaganda em prol da volta à terra”, assim como no ensino das boas e convenientes práticas agrícolas. Procura financiamento para instalar uma máquina de projecção no Campo Experimental de S. Bento de Castris.

Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
O autor apresenta as doenças mais frequentes nas plantas da região e apresenta a forma de as combater.
As doenças são: Fungão; Morrão; Alforra dos cereais; Doença do pé do trigo; Podridão das raízes da fava; Mela do grão de bico; Míldio da vinha, da batata e dos meloais; Cinzeiro da vinha; Astracnose da vinha; Raquitismo, Roncé, podridão da raiz da vinha; Cancro das pereiras e macieiras; Lepra do pessegueiro; Gomose radicular das aurantiaceas; Gafa da azeitona.

Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Instituido em 1915, o Posto agrário de Viana do Alentejo é um importante instrumento no apoio à agricultura naquela região. O autor apresenta o Plano de Exploração, a Nota das árvores vendidas de 1922 a 1925 e as observações bioculturais em 1927/28.

Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
O autor apresenta os Mapas descriminativos das árvores vendidas no ano económico de 1929-1930
Ameixieiras, 93; Amendoeiras, 61; Damasqueiros, 22; Laranjeiras, 106; Limoeiros, 21; Macieiras, 23; Marmeleiros, 16; Nespereiras, 18; Nogueiras, 21; Oliveiras, 277; Romanzeiras, 70; Barbados americanos, 2100; Pereiras, 53; Pessegueiros, 29; Tangerineiras, 9.
Foram vendidas 542 árvores de fruto, 277 oliveiras e 2100 barbados americanos, cuja importância foi de 1775$50.
Os maiores compradores foram Ameixieiras: 38, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Amendoeiras, 50, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Damasqueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, de Mértola; Laranjeiras, 30, Dr. José Carlos Lara Alegre, Castro Verde; Limoeiros, 12, José Nobre Lança, Torre Vã; Macieiras, 12, António Gomes Leitão, Castro Verde; Marmeleiros, 12, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Nespereiras, 5, Custódio Ramos Saturninho, Aljustrel; Nogueiras, 10, José Nobre Lança, Torre Vã; Oliveiras, 100, João Diogo Fernandes, Castro Verde; Romanzeiras, 55, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Barbados americanos, 1000, João Domingos Rosa, Lombador; Pereiras, 32, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Pessegueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Tangerineiras, 4, Borba da Silva, Mértola.

Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548
O autor descreve com muito pormenor os serviços, obras e culturas efectuadas no período de 1928-29

O Boletim Agrícola Mensal foi editado entre Janeiro/Fevereiro de 1928 e Novembro/Dezembro de 1930 e tinha 22 cm de altura. O seu director foi Joaquim Manuel dos Santos Garcia 1880/1955
Publicou cerca de 25 títulos, sobretudo nos anos 30 do século XX.


Aqui fica a digitalização do artigo Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509.








O Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509 na Revista "Estação Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal"

Revista: Estação  Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal
Director – Santos Garcia
Ano III – Nos 25, 26 e 27, Janeiro, Fevereiro e Março de 1930
Serviço de Publicidade Agrícola do Ministério da Agricultura, Lisboa, 1930

Sumário
Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548

Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
O autor defende que a cinematografia é considerada então “uma das grandes alavancas na propaganda em prol da volta à terra”, assim como no ensino das boas e convenientes práticas agrícolas. Procura financiamento para instalar uma máquina de projecção no Campo Experimental de S. Bento de Castris.

Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
O autor apresenta as doenças mais frequentes nas plantas da região e apresenta a forma de as combater.
As doenças são: Fungão; Morrão; Alforra dos cereais; Doença do pé do trigo; Podridão das raízes da fava; Mela do grão de bico; Míldio da vinha, da batata e dos meloais; Cinzeiro da vinha; Astracnose da vinha; Raquitismo, Roncé, podridão da raiz da vinha; Cancro das pereiras e macieiras; Lepra do pessegueiro; Gomose radicular das aurantiaceas; Gafa da azeitona.

Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Instituido em 1915, o Posto agrário de Viana do Alentejo é um importante instrumento no apoio à agricultura naquela região. O autor apresenta o Plano de Exploração, a Nota das árvores vendidas de 1922 a 1925 e as observações bioculturais em 1927/28.

Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
O autor apresenta os Mapas descriminativos das árvores vendidas no ano económico de 1929-1930
Ameixieiras, 93; Amendoeiras, 61; Damasqueiros, 22; Laranjeiras, 106; Limoeiros, 21; Macieiras, 23; Marmeleiros, 16; Nespereiras, 18; Nogueiras, 21; Oliveiras, 277; Romanzeiras, 70; Barbados americanos, 2100; Pereiras, 53; Pessegueiros, 29; Tangerineiras, 9.
Foram vendidas 542 árvores de fruto, 277 oliveiras e 2100 barbados americanos, cuja importância foi de 1775$50.
Os maiores compradores foram Ameixieiras: 38, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Amendoeiras, 50, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Damasqueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, de Mértola; Laranjeiras, 30, Dr. José Carlos Lara Alegre, Castro Verde; Limoeiros, 12, José Nobre Lança, Torre Vã; Macieiras, 12, António Gomes Leitão, Castro Verde; Marmeleiros, 12, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Nespereiras, 5, Custódio Ramos Saturninho, Aljustrel; Nogueiras, 10, José Nobre Lança, Torre Vã; Oliveiras, 100, João Diogo Fernandes, Castro Verde; Romanzeiras, 55, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Barbados americanos, 1000, João Domingos Rosa, Lombador; Pereiras, 32, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Pessegueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Tangerineiras, 4, Borba da Silva, Mértola.

Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548
O autor descreve com muito pormenor os serviços, obras e culturas efectuadas no período de 1928-29

O Boletim Agrícola Mensal foi editado entre Janeiro/Fevereiro de 1928 e Novembro/Dezembro de 1930 e tinha 22 cm de altura. O seu director foi Joaquim Manuel dos Santos Garcia 1880/1955
Publicou cerca de 25 títulos, sobretudo nos anos 30 do século XX.


Aqui fica a digitalização do artigo Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509.








O Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509 na Revista "Estação Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal"

Revista: Estação  Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal
Director – Santos Garcia
Ano III – Nos 25, 26 e 27, Janeiro, Fevereiro e Março de 1930
Serviço de Publicidade Agrícola do Ministério da Agricultura, Lisboa, 1930

Sumário
Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548

Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
O autor defende que a cinematografia é considerada então “uma das grandes alavancas na propaganda em prol da volta à terra”, assim como no ensino das boas e convenientes práticas agrícolas. Procura financiamento para instalar uma máquina de projecção no Campo Experimental de S. Bento de Castris.

Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
O autor apresenta as doenças mais frequentes nas plantas da região e apresenta a forma de as combater.
As doenças são: Fungão; Morrão; Alforra dos cereais; Doença do pé do trigo; Podridão das raízes da fava; Mela do grão de bico; Míldio da vinha, da batata e dos meloais; Cinzeiro da vinha; Astracnose da vinha; Raquitismo, Roncé, podridão da raiz da vinha; Cancro das pereiras e macieiras; Lepra do pessegueiro; Gomose radicular das aurantiaceas; Gafa da azeitona.

Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Instituido em 1915, o Posto agrário de Viana do Alentejo é um importante instrumento no apoio à agricultura naquela região. O autor apresenta o Plano de Exploração, a Nota das árvores vendidas de 1922 a 1925 e as observações bioculturais em 1927/28.

Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
O autor apresenta os Mapas descriminativos das árvores vendidas no ano económico de 1929-1930
Ameixieiras, 93; Amendoeiras, 61; Damasqueiros, 22; Laranjeiras, 106; Limoeiros, 21; Macieiras, 23; Marmeleiros, 16; Nespereiras, 18; Nogueiras, 21; Oliveiras, 277; Romanzeiras, 70; Barbados americanos, 2100; Pereiras, 53; Pessegueiros, 29; Tangerineiras, 9.
Foram vendidas 542 árvores de fruto, 277 oliveiras e 2100 barbados americanos, cuja importância foi de 1775$50.
Os maiores compradores foram Ameixieiras: 38, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Amendoeiras, 50, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Damasqueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, de Mértola; Laranjeiras, 30, Dr. José Carlos Lara Alegre, Castro Verde; Limoeiros, 12, José Nobre Lança, Torre Vã; Macieiras, 12, António Gomes Leitão, Castro Verde; Marmeleiros, 12, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Nespereiras, 5, Custódio Ramos Saturninho, Aljustrel; Nogueiras, 10, José Nobre Lança, Torre Vã; Oliveiras, 100, João Diogo Fernandes, Castro Verde; Romanzeiras, 55, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Barbados americanos, 1000, João Domingos Rosa, Lombador; Pereiras, 32, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Pessegueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Tangerineiras, 4, Borba da Silva, Mértola.

Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548
O autor descreve com muito pormenor os serviços, obras e culturas efectuadas no período de 1928-29

O Boletim Agrícola Mensal foi editado entre Janeiro/Fevereiro de 1928 e Novembro/Dezembro de 1930 e tinha 22 cm de altura. O seu director foi Joaquim Manuel dos Santos Garcia 1880/1955
Publicou cerca de 25 títulos, sobretudo nos anos 30 do século XX.


Aqui fica a digitalização do artigo Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509.








O Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509 na Revista "Estação Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal"

Revista: Estação  Agrícola do Alto Alentejo - Boletim Agrícola Mensal
Director – Santos Garcia
Ano III – Nos 25, 26 e 27, Janeiro, Fevereiro e Março de 1930
Serviço de Publicidade Agrícola do Ministério da Agricultura, Lisboa, 1930

Sumário
Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548

Propaganda agrícola pela cinematografia – Santos Garcia, pp. 481-482
O autor defende que a cinematografia é considerada então “uma das grandes alavancas na propaganda em prol da volta à terra”, assim como no ensino das boas e convenientes práticas agrícolas. Procura financiamento para instalar uma máquina de projecção no Campo Experimental de S. Bento de Castris.

Relação das doenças que mais frequentemente atacam as plantas cultivadas na região de Beja – Prejuízos por elas causados, tratamentos aplicados e resultados com eles obtidos – José Martins de Mira Galvão, pp. 483-486
O autor apresenta as doenças mais frequentes nas plantas da região e apresenta a forma de as combater.
As doenças são: Fungão; Morrão; Alforra dos cereais; Doença do pé do trigo; Podridão das raízes da fava; Mela do grão de bico; Míldio da vinha, da batata e dos meloais; Cinzeiro da vinha; Astracnose da vinha; Raquitismo, Roncé, podridão da raiz da vinha; Cancro das pereiras e macieiras; Lepra do pessegueiro; Gomose radicular das aurantiaceas; Gafa da azeitona.

Pôsto Agrário de Viana do Alentejo - Plano de exploração do Pôsto Agrário de Viana do Alentejo – Santos Garcia e Santos Coelho, pp. 487-500
Instituido em 1915, o Posto agrário de Viana do Alentejo é um importante instrumento no apoio à agricultura naquela região. O autor apresenta o Plano de Exploração, a Nota das árvores vendidas de 1922 a 1925 e as observações bioculturais em 1927/28.

Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509
O autor apresenta os Mapas descriminativos das árvores vendidas no ano económico de 1929-1930
Ameixieiras, 93; Amendoeiras, 61; Damasqueiros, 22; Laranjeiras, 106; Limoeiros, 21; Macieiras, 23; Marmeleiros, 16; Nespereiras, 18; Nogueiras, 21; Oliveiras, 277; Romanzeiras, 70; Barbados americanos, 2100; Pereiras, 53; Pessegueiros, 29; Tangerineiras, 9.
Foram vendidas 542 árvores de fruto, 277 oliveiras e 2100 barbados americanos, cuja importância foi de 1775$50.
Os maiores compradores foram Ameixieiras: 38, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Amendoeiras, 50, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Damasqueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, de Mértola; Laranjeiras, 30, Dr. José Carlos Lara Alegre, Castro Verde; Limoeiros, 12, José Nobre Lança, Torre Vã; Macieiras, 12, António Gomes Leitão, Castro Verde; Marmeleiros, 12, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Nespereiras, 5, Custódio Ramos Saturninho, Aljustrel; Nogueiras, 10, José Nobre Lança, Torre Vã; Oliveiras, 100, João Diogo Fernandes, Castro Verde; Romanzeiras, 55, Eduardo Guerreiro Fernandes, Castro Verde; Barbados americanos, 1000, João Domingos Rosa, Lombador; Pereiras, 32, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Pessegueiros, 15, Fernando Barbosa y Pêgo, Mértola; Tangerineiras, 4, Borba da Silva, Mértola.

Dos Serviços do Pôsto Agrário de Elvas em 1928-29 – D.R. Vitória Pires, pp.510-548
O autor descreve com muito pormenor os serviços, obras e culturas efectuadas no período de 1928-29

O Boletim Agrícola Mensal foi editado entre Janeiro/Fevereiro de 1928 e Novembro/Dezembro de 1930 e tinha 22 cm de altura. O seu director foi Joaquim Manuel dos Santos Garcia 1880/1955
Publicou cerca de 25 títulos, sobretudo nos anos 30 do século XX.

O Boletim foi oferecido pela Dona Manuela Figueira e fazia parte do espólio do Dr. António Francisco Colaço.


Aqui fica a digitalização do artigo Pôsto Agrário de Castro Verde – Albertino de Mascarenhas, pp. 501 - 509.








Programa do III Colóquio da Rede de Museus Rurais do Sul

Realiza-se a 4 de Novembro, em Coruche, o III Colóquio da Rede de Museus Rurais do Sul. Aqui fica o Programa definitivo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016


Em Coruche, a 4 de Novembro, para mais uma etapa deste projecto em construção.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Os últimos tocadores de harmónica do Baixo Alentejo

Os últimos tocadores de harmónica do Baixo Alentejo
Armanda Salgado 
(Investigadora do CIDEHUS e da CÁTEDRA UNESCO EM PATRIMÓNIO IMATERIAL E SABER-FAZER TRADICIONAL - Universidade de Évora)
      

   Testemunhos recolhidos no concelho de Castro Verde, em Portugal, dão conta da existência dos tocadores de harmónica no Baixo Alentejo, desde meados do séc. XIX. Se, outrora, os tocadores de harmónica, gaita de beiços, simplesmente gaita, ou ainda conhecida por “flaita”[1], animavam os bailes da região alentejana, funcionando tais eventos como verdadeiros focos culturais nos sítios e localidades do Baixo Alentejo nos quais tinham lugar, na atualidade tal já não acontece por inúmeras razões. Na verdade, não só a “arte” de tocar não foi transmitida para as gerações seguintes, como também a rápida evolução tecnológica a par com as alterações sociais vividas, nas últimas décadas, acabaram por conduzir ao desaparecimento dos tocadores de harmónica.
Contudo, foi na região do Campo Branco, em Aivados[2], no município de Castro Verde que a arte de tocar harmónica foi relembrada, através da realização de um baile, no dia 23 de Abril de 2016, animado pelos últimos tocadores de harmónica, Manuel Florêncio, António Afonso e António Sousa, naturais do concelho de Castro Verde.
Esta iniciativa foi promovida pelo Museu da Ruralidade – núcleo da oralidade, em Entradas (município de Castro Verde)[3], cuja filosofia funciona em torno de duas referências estruturais: identidade e território. Pois, por um lado, pretende não só valorizar e dignificar a memória, sem qualquer tipo de preconceito na abordagem metodológica adotada, como procura, igualmente, alargar o seu funcionamento ao espaço geográfico de Castro Verde, sem deixar de contextualizar essa localização na região do Campo Branco.
Na verdade, o Museu da Ruralidade tem conhecido, nos últimos anos, um processo de crescimento, no qual se destaca a criação, em 2015, do núcleo de Aivados-Aldeia Comunitária”. A especificidade local da aldeia dos Aivados, onde a propriedade da localidade e os terrenos adjacentes são pertença da comunidade, desde, pelo menos, meados do século XVI, mas cuja manutenção de propriedade só foi possível devido a uma oposição forte, por parte da população, fez com que o museu procurasse abrir este núcleo museológico com o objetivo de dar a conhecer essa realidade.
Neste sentido, no âmbito da evocação do dia 20 de abril de 1975, data que marca a recuperação de parte das terras da comunidade aivadense, usurpadas durante o Estado Novo, teve lugar a atuação dos tocadores de harmónica, assim como o II Encontro de Poetas populares no centro de Convívio local, organizado pelo Museu da Ruralidade, com a colaboração da Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca e também da Associação do Povo de Aivados.
Ouvir e conhecer os últimos tocadores de harmónica do Baixo Alentejo, reavivou memórias, deu a conhecer um saber-fazer que poucos detêm e contribuiu para a dignificação desta manifestação popular.
O papel do museu da Ruralidade, na multiplicidade das parcerias técnicas e científicas (por exemplo, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Évora) em que atua, bem como a integração em redes distintas (NUOME – Núcleo da Oralidade, memória e Esquecimento, criado no âmbito do MINOM, Rede de Museus do baixo Alentejo e Rede de Museus Rurais do Sul) é, desta forma, revelador da preocupação desta unidade museológica em apresentar-se como uma plataforma de diálogo entre todos os actores envolvidos, sem esquecer a comunidade na qual está inserido.



[1] OLIVEIRA DE, Ernesto Veiga (1975). Pequeno guia para a recolha de instrumentos musicais populares. Disponível em: http://alfarrabio.di.uminho.pt/cancioneiro/etnografia/ernesto.html. Acedido a 30-04-2016.
[2] Aivados é uma pequena aldeia, a 16 quilómetros de Castro Verde, cuja população é proprietária de um terreno com cerca de 400hectares, onde se encontra instalada há cerca de 500 anos.
[3] http://museudaruralidade.blogspot.pt/